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Banda (02/05/05): |
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Press Release |
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[Do lat. nimbu.] S. m. 1.Met. Nuvem densa e cinzenta, de baixa altitude e contornos indefinidos, que facilmente se precipita em chuva. |
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Uma guitarra, um baixo, uma bateria e muitos sonhos. Esta é uma das formas de descrever a banda carioca de rock alternativo Nimbus. Mas como definir exatamente o som destes três jovens músicos? A tarefa, que parece simples, esbarra na originalidade e no estilo próprio que configura o espírito da banda. Tudo começou quando Thiago Rodrigues (vocal e guitarra) decidiu sonhar mais alto e montar um grupo para compor e interpretar músicas próprias. Em 2001, o vocalista se uniu aos amigos Mário Braune (bateria) e Diogo Obadia (baixo e voz) fazendo nascer a Nimbus. A banda veio ao mundo influenciada pelo rock pesado de mitos consagrados como Nirvana, Stone Temple Pilots, Smashing Pumpkins, Oasis e Superdrag. Desde o seu surgimento, o grupo já fez várias apresentações no cenário underground alternativo carioca. A Nimbus já tocou nos palcos do Black Night Blues Bar, Beco da Boemia, Caxanga Bar e Sobradão das Artes. Outros shows também foram feitos em casas noturnas famosas, tais como Lugar Comum, Big Ben pub, Ballroom Espaço da COnstituição e Fundição Progresso (Zona Franca). A banda possui 15 músicas próprias em seu repertório, tendo um CD demo com duas faixas: 99% e mais um pouco e Adeus Melancólico.
O rock melancólico da Nimbus tem um diferencial chamado
contraste. As baladas românticas recheadas de sofrimento e
desilusões amorosas se manifestam através de acordes pesados. O
paradoxo é inesperado e tão surpreendente quanto os raios e
trovões que vão se formando no céu negro de nuvens carregadas. O
som da banda é a própria tempestade que se arma e explode sobre
a terra quando menos se espera. A inconstância e a incoerência
que existe na alma de cada um de nós são nutridas a cada acorde
de guitarra Escutar o repertório da Nimbus é mergulhar na experiência de se permitir ficar tão cinza quanto a poesia presente nas letras de Thiago. O caminho é irônico, acidentado e cheio de lama, mas cada tropeço ensina uma valiosa lição. Depois? Bom, depois ficam as melancólicas poças d'água e lágrimas. Espelhos que refletem os desenganos de amores frustrados expressos em uma melodia pra lá de barulhenta, que deixa a gente com vontade de aumentar ao máximo o volume do som e acreditar que, para nossos sonhos e paixões, o céu sempre será o limite. |
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Integrantes:
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NIMBUS |
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