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NOTICIA - 24/06/05:
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Press Release |
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"HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO FERRAMENTA DE PROPAGANDA, MARKETING, TREINAMENTO E ENSINO". O curso inédito e pioneiro no BRASIL apresenta uma visão panorâmica da história das histórias em quadrinhos (HQ) como ferramenta de Propaganda e Marketing, bem como também instrumental para Treinamento de RH ; HQ cujo uso em classe é recomendado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN-97) do MEC. Principais gêneros, personagens e autores, elementos da linguagem e seu emprego adequado aos hábitos de leitura dos alunos e às disciplinas de 1º, 2º e 3º graus, como recurso de apoio ao ensino e material didático.
Justificativa: As HQs são um divertimento com o qual os jovens e adolescentes estão familiarizados e que prendem sua atenção pelo prazer, sendo seu primeiro contato com linguagens plásticas desenhadas e com narrativas, iniciando seu contato com a linguagem cinematográfica e a literatura; podem ser empregadas como estímulo à aprendizagem trazendo o conteúdo programático À realidade palpável do aluno. ENTREVISTA COM O PROFESSOR FLÁVIO CALAZANS, DOUTOR PELA USP E LIVRE-DOCENTE PELA UNESP:
- O que faz das HQs um importante veículo de aprendizado?
- A aplicação pedagógica pode ir vai além da introdução infantil
à alfabetização?
- Há ainda resistência aos quadrinhos?
- Comente um pouco o conteúdo programático ministrado no seu
curso da Cásper Líbero. CALAZANS - - Dez livros mais interessantes para serem usados em aula. 1-CALAZANS, Flávio Mário de Alcantara. Histórias em Quadrinhos no Brasil: Teoria e Prática. São Paulo, INTERCOM/Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, GT Humor e Quadrinhos, 1997. (Coleção GTs INTERCOM, v. 7) (Organizador)ISBN 85-900400-1-1 (Coletânia das pesquisas produzidas por autores de hq com mestrado e doutorado nos congressos da Intercom) 2-BANDE DESSINÉ ET FIGURATION NARRATIVE [por] Pierre Couperie [et alii] .Paris, Musee des Arts Decoratifs/Palais du Louvre, 256p.il.[1967] (Livro de estudos da exposição do Louvre que marcou época quando a HQ estava sendo aceita como Arte nos anos 60.Considerada como Literatura Desenhada.) 3-CHULIÁ, J.V. Alan Moore, el señor del tiempo[.s.l.p.] Edicíon Global [1996].(Nexus n.4). (Críticas detalhadas da evolução do roteirista inglês Moore e suas mensagens político-ecológicas , obra indispensável para compreender-se o conceito atual de autoria na HQ.)
4-COMA, Javier. El ocaso de los héroes en los comics de autor.
Barcelona, Ed.Península, 1984. 5-DORFMAN, Ariel & MATTELART, Armand. Para ler o Pato Donald: comunicação de massa e colonialismo; tradução de Álvaro de Moya. 2. Edição. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1980. (Clássico imprescindível da Teoria Hegemônica que denuncia a dominação cultural dos comics americanos.)
6-IKOMA, Fernando. A técnica universal das histórias em
quadrinhos. São Paulo, Edrel [s.d.] 7-IMBASCIATI, Antonio & CASTELLI, Carlo. Psicologia del fumetto. Firenze, Guaraldi Editore [1975] p. 79-245 (Estudo psicológico dos quadrinhos e seus personagens onde populações de leitores projetam seu inconsciente.) 8-LENT, John A. Comic art in Africa, Asia, Austrália and Latin America: a comprehensive, international bibliography compiled by John A. Lent. USA, Greenwood Press, 1996. [p.xxxii agradecimento pela colaboração de Flávio Calazans no Brasil]. 9-MARNY, Jacques. Sociologia das histórias em quadrinhos; prefácio de René Goscinny; tradução de Maria Fernanda Margarida Correia. Porto civilização, sd. (Estudo sociológico da HQ e os grupos sociais que a consomem.) 10-TISSERON, Serge. La B.D. au pied du mot. France:Editions Aubier.1990. (Estudo psicanalítico das Histórias em quadrinhos franco-belgas, biografia dos autores, angústias e motivações sublimadas e projetadas nos personagens ocasionando identificação com os leitores com os mesmos tipos psicológicos.) |
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>> Serviço: |
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Pós
Graduação em QUADRINHOS APLICADOS NA PRÁTICA |
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Quadrinhos - O melhor do quadrinhos nacional |
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