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NOTICIA -
04/10/2004: |
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Press Release |
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Índigo
estará autografando os livros Saga Animal,
Índigo participa da antologia 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira, Os Cem Menores Contos do Século e Fábulas da Mercearia. Haverá também a participação da Cia Lux de Teatro, com as atrizes Mariana Leme, Marina Azzalin, Rosana Camilo e Vanessa Viotti, apresentando cenas da peça Caixinha de Madeira, adaptada do livro de Índigo. Presença do cartunista Paulo Stocker realizando caricaturas ao vivo. Sobre Índigo (pseudônimo de Ana Cristina Araújo Ayer de Oliveira), formou-se em jornalismo. Iniciou sua trajetória literária em 1997 quando lançou o primeiro site de literatura na internet brasileira. Este site é mantido até hoje e serve de laboratório de criação para seus livros. Seu primeiro livro, "Saga Animal", romance infanto-juvenil, foi lançado em 2001. Depois, em 2003 vieram "Festa da Mexerica" - contos e "Caixinha de Madeira" - romance. Recentemente, pela editora Escala Editorial, lançou uma adaptação de "Viagem ao Centro da Terra", de Julio Verne. A literatura de Índigo combina um rico universo infantil com um humor sagaz e muito particular. Sobre o
livro Saga Animal: Minha batalha por um bicho de estimação! Sobre o livro Caixinha de Madeira - Obra contundente e de extrema criatividade, que exigiu uma quantidade razoável de pesquisa. A autora trabalhou com diversas versões das histórias: a reconstrução de Bela Adormecida teve como base “II Pentamerone” de Giambattista Basile, publicado em 1634. Para Branca de Neve o apoio veio do livro dos irmãos Grimm da versão de 1812. A de 1819, segundo a autora, continha ajustes moralistas: “a mãe é transformada em madastra, amenizando o conflito. Cinderela foi reconstruída a partir do livro de Charles Perrault, “Contos da Mãe Ganso”, de 1697. Os ratinhos de Cinderela foram emprestados por Walt Disney. Este livro nos revela a intimidade das cartas de Branca de Neve para suas amigas Cinderela e Bela Adormecida, onde a autora cria uma ficção encntadora, na qual se cruzam fadas, feiticeiras, pais carrascos, serviçais corajos e... (sei lá mais o quê – ajude-me!). O resultado é uma fabulação contemporânea, ao mesmo tempo crítica e muito bem humorada, sobre os pilares dos Contos de Fadas. Sobre o livro Festa da Mexerica - Depois de seis anos de laboratório virtual Índigo lança seu primeiro livro de contos: "Festa da Mexerica". A seleção traz um apanhado do universo insólito que caracteriza a literatura da escritora: visitas alienígenas, fadas urbanas, gnomos, namorados que se transformam em maridos, homens que se transformam em flor, uma garota que se vê transformada no Mickey e outras histórias curiosas do dia-a-dia. Na orelha, Laerte escreve que a literatura de Índigo "possui um estranho pan-etarismo, onde o modo de ver do adulto e da criança se confundem e se superpõem." Com esta definição Laerte resolve um dilema essencial na classificação etária do que Índigo escreve. Os contos são organizados em duas categorias: "picantes" e "agridoces". Na categoria picante vale mencionar "Amor Carnal": conto sobre as fantasias da narradora com o açougueiro do Carrefour. Um bom exemplo do tipo agridoce é "Em memória do pequenino Shoyu": a história de um casal humano que tem um filho gnomo. A safra de contos cobre um período de 1997 a 2003. O que era literatura pop digital foi transportado com fidelidade para um livro. As ilustrações são de Mônica Monteiro, que no mundo virtual assume a identidade de Garota de Botas ao assinar o design do site de Índigo. |
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O AUTOR NA PRAÇA |
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