Conto (18/10/2006):
Leitora dispensável

 

 

 

De Emerson Wiskow
3wiskow@bol.com.br

 

       
  Acho que queria me agradar, disse que se eu publicasse um livro ela compraria e se tornaria minha leitora fiel. Tive vontade de meter-lhe no cú, a seco.

- Adoro as coisas que você escreve! - disse ela cheia de amor pra dar, o olhar derretia-se em devoção canina.

- Olha aqui pra ti! - eu disse ao colocar o pau para fora e exibi-lo, teso e altivo como um marechal orgulhoso do seu poder.

- Aii... Como você é. Guarda essa coisa!

- Dá uma chupadinha - pedi sacolejando-o levemente como um bastão de beisebol.

Ela olhou como uma criança que observa um doce proibido, tentou uma cara de desinteresse e mudou seu olhar para o lado. Continuei ali, massageando-o lentamente enquanto ela fingia não desejar minha pica.

- Ai, você não pode conversar decentemente?

- Vem cá e enfia esse caralho na boca! - eu disse.

Há dois passos de distância, sentada na beirada da cama, exibindo as coxas que explodiam dentro do pequeno shorts de jeans, Vera continuava querendo um diálogo papai-mamãe.

- Você tem que continuar escrevendo. Um dia te descobrem e você publica - afirmou Vera confiante, tentando esquecer que a dois passos dela havia um belo pau a sua frente. Pronto para ela saborear.

"Vai te fuder", pensei com meus botões, ou seria com meu pau?

Ela, Vera, não percebia minha falta de talento para a literatura.

- Você é um escritor. Já publicou na internet, aposto que seus contos são verdadeiros.

" Vai tomar no cu", pensei.

- Que música bonita é essa que tá tocando? Nunca ouvi, quem toca?... - perguntou Vera procurando o maço de cigarros na gaveta do criado mudo.

- Steve Vai.

- É legal!

Suspirei.

- Dá um cigarro - pedi.

Vera acendeu um cigarro e esticando o corpo moreno me alcançou o maço.

- Vai ficar com o pau de fora?

Dei o toque de recolher.

- Deixa eu enfiar o Batman no teu rabo - pedi.

- O quê?!

O meu boneco do Batman, deixa eu enfiar ele na tua buceta!

Vera sorriu incrédula e tragou o cigarro. Uma belíssimo espécie de brejeira gostosa, ajeitou-se sobre a cama estalando os ossos.

- Tá brincando! - concluiu perplexa.

- Deixa - insisti com uma expressão sádica.

- Ai, você é louco em querer fazer uma coisa dessa... Vera chupou novamente o cigarro, excitada e indecisa, a brasa consumiu o resto do cigarro entre seus dedos. Logo após largou a fumaça como uma puta velha esvaziando os pulmões cansados.

Peguei o Batman pelas pernas e andei em direção à Vera. Ela esmagou a bagana de cigarro dentro do copo.

- Pára com isso! - disse ela sem convicção. Fui logo tirando-lhe o shots que lhe apertava as coxas grossas. Olhei para o volume de sua xota e fiquei com o pau duro.

- Vou te foder! Vou foder esse rabo!

- Pára com isso! Vamos conversar!

"Vai te fuder"

As grossas pernas de Vera, debatendo-se como um polvo fingindo resistência enquanto eu fazia o desnudamento. Duas manchas roxas, uma na coxa e outra na sua canela me deixaram ainda mais excitado. Arranquei-lhe o shorts, ato que fazia parte do excitante ritual pré-foda. Joguei o short no chão. A calcinha enfiou-se mais entre a volumosa bunda de Vera.

- Você é um escritor e age como um grosso! Deveria ser mais sensível, pensei que fosse mais carinhoso...

Peguei o Batman e enfiei no seu rabo.

- Aaaiiii!!! - Você vai me machucar! Enfia devagar...

Enfiei a cabeça, o tronco e os membros. fiquei segurando o boneco pelas pernas, o resto atolado na buceta de Vera. Ela mecheu suavemente, girei o boneco e fiz um vai-e-vem com ele.

- Aaahhhh!!!

- Tá gostando?

- Tô!

Depois foi minha vez. Cuspi no meu pau e meti.

Vera gozou, eu gozei. Não sei se o Batman gozou...

 
     
 

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Emerson Wiskow
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Olá, edito os blogs www.mostruariodoabsurdofantastico.zip.net, www.ovosdetouro.zip.net e www.mundofeio.zip.net. Tenho 34 anos, nunca publiquei um livro, natural de Porto Alegre

 
     
 

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