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Conto: |
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De Emerson Wiskow |
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Dara entrou pela porta toda esbaforida.
Estava correndo, como sempre. Foi logo pelando-se, tirando a roupa como se
pegasse fogo. Os seios brancos saltaram para fora e sacudiram como duas
grandes gelatinas enquanto ela andava e jogava a blusa sobre o sofá. O
apartamento estava revirado, bagunçado como sua vida. Descobriu que Ravier
havia trepado com sua amiga Jacira. "Aquela puta sempre esticou os olhos
sobre ele", pensou enquanto sua cabeça rodava freneticamente. "Vagabunda
fedida. Já sei o que vou fazer com ela!" O suor escorria-lhe pelo corpo, sua
calcinha ensopada grudava-lhe na bunda. "Que calor do inferno!", praguejou
tirando a calça jeans. Sentada olhou entre suas pernas e observou a uma leve
mancha úmida desenhada entre os frisos do tecido da calcinha no meio da sua
buceta. Era um pequeno vale molhado de suor.
Bateram na porta. - JÁ VAAIII... Merda! - gritou Dara ao ser interrompida. Dara suspirou desanimada e pressionou os dedos sobre a calcinha de algodão branca para sentir a umidade que estava por causa do calor. Logo após, sem pensar levou os dedos ao nariz e cheirou-o. Dara gostou do cheiro de suor de sua buceta. Era bom, agradável. Tinha um cheiro adocicado pelo seu perfume misturado com suor. Dara levantou-se e andou com passos firmes em direção à porta e abriu-a. Era Jacira. - Oi - disse Jacira com ar cansado. Suava e parecia que lhe faltava o ar. - Jacira, entre! - disse Dara vestida apenas com a calcinha, simulando não saber nada sobre o caso de Jacira e Ravier. - Ah, guria... Estou morrendo com esse calor. Você viu? É a maior onda de calor dos últimos tempos. E você pelada desse jeito, se pudesse também estaria apenas de calcinha. A minha está ensopada por causa desse calor, ainda mais que acabei saindo de calça jeans. Minha calcinha chega está grudando no rego. É um nojo! - É, não há vento nenhum, nenhuma brisa, nada! - completou Dara. - Tem um pouco de água gelada? Estou morrendo de sede - disse Jacira abanando-se. - Pegue na geladeira. Vou colocar um vestido. A água não está muito gelada, enchi a jarra à pouco. Dara dirijiu-se ao quarto e Jacira foi até a cozinha, rebolando sua enorme bunda gorda enquanto Dara colocava um vestido cor de rosa leve e transparente. Um som de algo espatifando-se seguido por um grito fez com que ela tivesse um sobressalto. - O QUE FOI ISSO!? - gritou Dara do quarto sem obter resposta. Dara terminou de colocar o vestido apressadamente e foi ver o que tinha acontecido. Encontrou Jacira acocorada, juntando os cacos da jarra espalhados pelo chão da pequena cozinha. - Desculpe Dara, deixei a jarra cair no chão. Não sei como ela escorregou da minha mão - disse Jacira ao ver Dara. - Jacira..., a jarra que Ravier me deu de presente! - Desculpe Dara, prometo que te dou outra. E por falar em Ravier, como vai ele? - perguntou Jacira para desviar de assunto - Está bem. Ravier está sempre bem - respondeu Dara escondendo o ódio que estava sentindo. - Dara, não sei o que você viu naquele homem. Não o suporto - afirmou Jacira dissimulando enquanto juntava os cacos da jarra cuidadosamente entre a água espalhada pelo chão. Jacira mantinha-se de cócoras com sua enorme bunda jogada para trás, deixando aparecer um pouco do rego. "Puta sem vergonha!", pensou Dara enquanto ouvia Jacira. - É, sei que Ravier não é lá grande coisa. Mas deixe ele para lá. - Putz Jacira, mas que bundão você está hein! Os homens devem ficar loucos com esse bundão - afirmou Dara observando a bunda de Jacira. - Que nada! Você não sabe a quanto tempo não dou umazinha. A muito tempo que não sei o que é um pau! - exclamou Jacira num sorriso malicioso. "Mentirosa! Cadela sem-vergonha!" "Sei muito bem quem anda comendo esse rabo sujo!", pensou Dara ao ouvir Jacira. - Terminei. Mas que vestido lindo. Um dia quero ele emprestado, parece bem fresquinho e eu adoro rosa! - exclamou Jacira - Credo, que calor, parece que vou derreter! - Olha, você quer experimentá-lo? - perguntou Dara. - Você vai tirá-lo para mim experimentar? - Claro, vamos para o quarto. Dara e Jacira dirijiram-se em direção ao quarto. Jacira requebrava a enorme bunda enquanto Dara andava um pouco a sua frente metida no vestido cor-de-rosa. As duas trocavam pensamentos secretos. Era como se duas serpentes travassem um jogo de dissimulação. Uma tentava engolir a outra. Jacira desconfiava que Dara ficará sabendo de sua história com Ravier, mas Dara não dava mostras de nada. Ela procurava agir de maneira natural, analisando Jacira. A noite chegava vagarosa e incrivelmente quente. Era como se tivessem sendo assadas. Suavam. As duas entraram no quarto e Dara começou a despir-se, logo suas tetas brancas surgiram desavergonhadas. - Vá tirando sua roupa também! - disse Dara à Jacira. Jacira que fumava um cigarro apagou-o esmagando-o no cinzeiro. Dara ficou pelada em segundos, segurou o vestido cor de rosa numa das mãos e ficou observando Jacira despir-se. Jacira lutava para tirar a calça justa ao corpo, pisoteou sobre uma das pernas da calça e finalmente conseguiu arrancá-la do corpo. Suou ainda mais com a simples tarefa de tirar a calça. Expirou com força e olhou para Dara. - Ufa, tenho que emagrecer um pouco! - Você está ótima! - elogiou Dara - Agora sei por que Ravier sentiu-se atraído por você. - O que é isso, Dara! Ravier nunca olhou para mim, e mesmo que olha-se eu jamais lhe daria confiança. - Ora Jacira, Ravier é homem e você tem um corpão. Olha só para esses coxões, e esse bucetão que você tem aí! - Dara!... retrucou Jacira sem jeito. - Sei que Ravier gosta de mulheres corpulentas. E esse matagal que você tem entre as pernas, Ravier é louco por mulheres pentelhudas. Aposto que ele adoraria foder você - disse Dara aproximando enquanto analisava o corpo de Jacira. O calor parecia aumentar, o quarto transformou-se numa caixa sufocante, as duas derretiam-se em suor. Com a respiração pesada Dara aproximou-se ainda mais e levou a mão a buceta de Jacira. - Você parece ser tão macia Jacira! - disse Dara. - Que isso Dara! - exclamou Jacira espantada, afastando a mão de Dara levemente. Dara estava louca, suava. Uma tensão inundou o quarto, Jacira não sabia como agir e como sair daquela situação. Dara repetiu a investida indo para cima de Jacira, suas mãos procuraram o corpo de Jacira cegamente. - Dara, pare com isso! - disse Jacira tentando desvencilhar-se das mãos de Dara que agiam como se fossem tentáculos. - Vamos brincar um pouquinho. Quero sentir seu corpo, quero ver se sua xotinha é tão gostosa mesmo. Dara ofegando jogou-se sobre Jacira e a derrubou sobre a cama. Eram duas mulheres sendo amassadas envoltas numa onda de calor e loucura. Os corpos grudaram, suavam ainda mais, o ar pesava-lhes. Jacira sentiu a barriga suada de Dara sobre ela. - Dara, não... Saí de cima de mim! - Espera um pouco, só um pouquinho. Quero ver se esse bucetão é assim tão gostoso. - disse Dara com a voz ofegante de surda. Dara enfiou a mão dentro da calcinha de Jacira com dificuldade. Jacira esperneava enquanto tentava retirar a mão de Dara. Dara conseguiu enfiar a mão lá e furtivamente enterrou dois dedos na buceta de Jacira. Os dedos deslizaram para dentro Dara enfiou-os o máximo que pode. - Ah, você está tão úmida... Dara tentava manter seu corpo sobre Jacira, as duas deslizavam, escorregaram uma sobre a outra. Seus corpos estavam encharcados de suor, logo surgiram marcas vermelhas por todas as partes. - Pare, Dara! Pare, você está louca! - pedia Jacira sentindo os dedos de Dara se movimentarem dentro de sua buceta. Dara ignorava os pedidos ofegantes de Jacira e continuava pressionando os dedos dentro da buceta de Jacira. Jacira relutava em entregar-se e estranhou que começava a ficar excitada com aquilo. - Quero ver você gozar! Gaza puta! Goza! - gritou Dara enterrando o máximo que podia os dedos na buceta de Jacira. - Aaah, aahh... pare, pare... disse Jacira ao desistindo de lutar. Sua voz era morna, quase um sussurro de renúncia. O lençol estava banhado de suor. Dara continuou movimentando os dedos e chupando as tetas de Jacira. Então Jacira estremeceu e deixou seu líquido escorrer nos dedos de Dara. Dara também sentia sua buceta encharcada. De súbito ficaram estáticas, esgotadas, com os corpos mortos. |
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Emerson Wiskow |
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